Diagnóstico Essencial
Para quem precisa entender, com clareza, onde a Reforma toca o seu negócio.
- Análise inicial
- Relatório executivo
- Identificação de impactos
A Reforma Tributária muda a forma de calcular tributos, aproveitar créditos, formar preços, emitir documentos fiscais e administrar empresas.
Antecipe-se às mudanças com o apoio da Contabiz.
A transição acontece ao longo de oito anos. Empresas que se antecipam reduzem riscos, aproveitam oportunidades e chegam a 2033 preparadas para o novo sistema tributário.
O novo modelo substitui tributos cumulativos por um sistema de Imposto sobre Valor Agregado, com cobrança no destino e crédito amplo.
O Imposto sobre Bens e Serviços substitui o ICMS (estadual) e o ISS (municipal). Será compartilhado entre estados e municípios, com cobrança no destino e transição gradual até 2033.
A Contribuição sobre Bens e Serviços substitui o PIS e a Cofins (federais), unificando a tributação federal sobre o consumo com regras de crédito amplo.
Tributo adicional sobre a produção e a comercialização de bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros e bebidas açucaradas.
A não cumulatividade plena amplia o aproveitamento de créditos sobre praticamente todas as aquisições, com regras próprias de transição para créditos acumulados.
A Reforma não muda apenas o cálculo dos tributos. Ela atravessa processos, sistemas e relações comerciais.
Preço de venda
Fluxo de caixa
Margem
Créditos tributários
ERP
Notas fiscais
Contratos
Precificação
Obrigações acessórias
Fornecedores
Clientes
Planejamento tributário
Todos os segmentos serão afetados — cada um com pontos específicos de atenção.
Um fluxo estruturado para tirar sua empresa da incerteza e levá-la à adequação completa.
Análise do cenário tributário da empresa.
Pontos de atenção por processo e área.
Cenários no novo modelo tributário.
Prioridades, prazos e responsáveis.
Execução do plano com acompanhamento.
Revisões contínuas até 2033.
Para quem precisa entender, com clareza, onde a Reforma toca o seu negócio.
Para empresas que querem sair da análise com um plano de migração executado.
Para manter a empresa atualizada durante toda a transição, até 2033.
A transição começa em 2026, com alíquotas de teste, e segue de forma gradual: a CBS passa a valer integralmente em 2027, ICMS e ISS são reduzidos progressivamente a partir de 2029 e o novo sistema estará completo em 2033.
Não. O Simples Nacional é mantido pela Constituição. As empresas do Simples poderão recolher o IBS e a CBS dentro do próprio regime unificado ou optar pelo recolhimento pelo sistema regular, conforme for mais vantajoso.
O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substitui o ICMS, cobrado pelos estados, e o ISS, cobrado pelos municípios. Já a CBS substitui os tributos federais PIS e Cofins.
O ISS deixa de existir e os serviços passam a ser tributados por IBS e CBS, com alíquota de referência unificada e direito amplo a créditos — o que muda custos, formação de preços e a escrituração do setor.
O novo sistema adota a não cumulatividade plena: praticamente todas as aquisições geram crédito. Créditos acumulados do modelo atual terão regras próprias de aproveitamento durante a transição — um ponto que exige planejamento.
Sim. O novo modelo traz novos campos, eventos e layouts nos documentos fiscais eletrônicos. Sistemas de gestão e de emissão de notas precisarão de atualização e parametrização — quanto antes, melhor.
Sim. Enquadramentos eficientes no modelo atual podem perder (ou ganhar) eficiência no novo sistema. Revisar o planejamento tributário antes e durante a transição — uma das decisões mais importantes dos próximos anos.
Preencha o formulário abaixo. Nossa equipe analisará o cenário da sua empresa e entrará em contato.